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	<title>As estratégias de comunicação (ISLA Gaia 06/07) em linha</title>
	<link>http://estrategias0607.blogsome.com</link>
	<description>Just another WordPress weblog</description>
	<pubDate>Sun, 10 Jun 2007 18:04:19 +0000</pubDate>
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	<language>en</language>

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		<title>Aula 25</title>
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		<pubDate>Sun, 10 Jun 2007 18:04:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrator</dc:creator>
		
	<category>Uncategorized</category>
	<category>Sumários</category>
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		<description><![CDATA[	Sumário: avalia&ccedil;&atilde;o do trabalho realizado pelos alunos que aderiram &agrave; avalia&ccedil;&atilde;o contínua.
	Foi avaliado o trabalho de (com explica&ccedil;&otilde;es na aula):
	Isabela Lopes (17)
	Catarina Almeida (14)
	Fernando Castro (14)
	Rui Cardoso (13)
	Patrícia Couto (12)
	Diana Castro (11)
	e Diana Bastos (10)
	Relativamente ao trabalho de Mónica Azevedo foram detectadas falhas graves, de que deixo alguns exemplos de utiliza&ccedil;&atilde;o indevida de trabalho de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p>Sumário: avalia&ccedil;&atilde;o do trabalho realizado pelos alunos que aderiram &agrave; avalia&ccedil;&atilde;o contínua.</p>
	<p>Foi avaliado o trabalho de (com explica&ccedil;&otilde;es na aula):</p>
	<p>Isabela Lopes (17)</p>
	<p>Catarina Almeida (14)</p>
	<p>Fernando Castro (14)</p>
	<p>Rui Cardoso (13)</p>
	<p>Patrícia Couto (12)</p>
	<p>Diana Castro (11)</p>
	<p>e Diana Bastos (10)</p>
	<p>Relativamente ao trabalho de Mónica Azevedo foram detectadas falhas graves, de que deixo alguns exemplos de utiliza&ccedil;&atilde;o indevida de trabalho de outros (sem&nbsp;o crédito&nbsp;autoral ou&nbsp;mesmo as aspas&#8230;)&nbsp;:</p>
	<p>No seu blogue (aula 20):&nbsp;</p>
	<p><a href="http://comocomunicar.blogspot.com/2007/05/aula-20-manuel-maria-carrilho-e-as.html" target="_self"><span><em>Sob o Signo da Verdade</em> relata ainda inúmeros episódios em que certos jornalistas ter&atilde;o desvirtuado palavras e actos de Carrilho, ou interpretado erradamente as ac&ccedil;&otilde;es de campanha em que participou. Alguns destes casos relevam desonestidade intelectual, por exemplo o título em que lhe é imputada a afirma&ccedil;&atilde;o de que &quot;<em>os jornalistas s&atilde;o débeis mentais</em>&quot; ou o comentário irónico da repórter da SIC sobre o filho do candidato, no dia das elei&ccedil;&otilde;es. Certas críticas dirigem-se a manifesta&ccedil;&otilde;es de opini&atilde;o de colunistas. Outras ainda respeitam &agrave; incapacidade de políticos e jornalistas se entenderem acerca da indecisa fronteira entre o público e o privado (mas esta n&atilde;o é uma maleita lusitana&#8230;).</span><br /></a>No site do Clube de Jornalistas, citando Mário Mesquita: &laquo;<a href="http://www.clubedejornalistas.pt/DesktopDefault.aspx?tabid=682" target="_self">Manuel Maria Carrilho relata inúmeros episódios em que certos jornalistas ter&atilde;o desvirtuado as suas palavras e actos, ou interpretado erradamente as ac&ccedil;&otilde;es de campanha em que participou. Alguns destes casos relevam da desonestidade intelectual (entre outros, o título em que lhe é imputada a afirma&ccedil;&atilde;o de que &quot;os jornalistas s&atilde;o débeis mentais&quot; ou o comentário irónico da repórter da SIC sobre o filho do candidato no dia das elei&ccedil;&otilde;es). Certas críticas dirigem-se a manifesta&ccedil;&otilde;es de opini&atilde;o de colunistas. Outras ainda respeitam &agrave; incapacidade de políticos e jornalistas se entenderem acerca da indecisa fronteira entre o público e o privado (mas esta n&atilde;o é uma maleita lusitana&#8230;)&raquo;</a> </p>
	<p>No seu blogue (aula 18): &laquo;<span><a href="http://comocomunicar.blogspot.com/2007/05/aula-18-internet-potencia-campanhas.html" target="_self">Outro exemplo bem portugu&ecirc;s é o relatado no jornal <em>Público</em>, acerca do <strong>presidente da C&acirc;mara da Covilh&atilde; e de calúnias sobre ele publicadas num blogue anónimo</strong>, Ssegue de perto as &quot;revela&ccedil;&otilde;es&quot; de plágio atribuídas a Miguel Sousa Tavares, que se revoltou justamente contra essa deslealdade. S&atilde;o dois exemplos muito perto um do outro, o que revela o oportunismo de alguns que, a cobro das facilidades permitidas pela rede electrónica, perpetram crimes contra entidades ou indivíduos, podendo manchar indelevelmente a sua reputa&ccedil;&atilde;o</a>&raquo;; </span><span>No blogue Industrias Culturais: &laquo;<font><a href="http://industrias-culturais.blogspot.com/2006/11/dos-blogues-annimos.html" target="_self">O exemplo hoje relatado no jornal <em>Público</em>, acerca do presidente da C&acirc;mara da Covilh&atilde; e de calúnias sobre ele publicadas num blogue anónimo, segue de perto as &quot;revela&ccedil;&otilde;es&quot; de plágio atribuidas a Miguel Sousa Tavares, que se revoltou justamente contra essa <strong>perfídia</strong>. S&atilde;o dois exemplos muito perto um do outro, o que revela o oportunismo de alguns que, a cobro das facilidades permitidas pela rede electrónica, perpetram crimes contra entidades ou indivíduos, podendo manchar indelevelmente a sua reputa&ccedil;&atilde;o</a>&raquo;</font></span></p>
	<p>Da mesma aula, no blogue da aluna: &laquo;<font><a href="http://comocomunicar.blogspot.com/2007/05/aula-18-internet-potencia-campanhas.html" target="_self">A próxima, e potencialmente mais imprevisível, <strong>zona de expans&atilde;o na arte das campanhas negativas é a Internet</strong>. <strong>Na Internet, a dissemina&ccedil;&atilde;o de informa&ccedil;&atilde;o já n&atilde;o é restrita aos profissionais</strong></a>&raquo;; Na</font><font> página do IEEI: &laquo;<a href="http://www.ieei.pt/post.php?post=507" target="_self">A próxima, e potencialmente mais imprevisível, zona de expans&atilde;o na arte das campanhas negativas é a Internet. Na Internet, a dissemina&ccedil;&atilde;o de informa&ccedil;&atilde;o já n&atilde;o é restrita aos profissionais</a>&raquo;. Neste caso, a frase em quest&atilde;o aparece como sendo da autoria da aluna, já sem aspas ou sem a hiperliga&ccedil;&atilde;o anterior; e seguem-se várias linhas, nas mesmas circunst&acirc;ncias, do mesmo texto do IEEI.</font></p>
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		<title>Aula 24</title>
		<link>http://estrategias0607.blogsome.com/2007/06/03/aula-24/</link>
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		<pubDate>Sun, 03 Jun 2007 11:03:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrator</dc:creator>
		
	<category>Uncategorized</category>
	<category>Sumários</category>
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		<description><![CDATA[	Sumário: aula dedicada ao esclarecimento de dúvidas por parte dos alunos, tendo em vista a realiza&ccedil;&atilde;o do exame anual
	[Recordo que como&nbsp;a 13/6 -última aula - será feita a avalia&ccedil;&atilde;o final, esta é a tradicional aula de revis&atilde;o em que me disponho a responder a perguntar/dúvidas dos alunos sobre a matéria do ano lectivo, tendo em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p>Sumário: aula dedicada ao esclarecimento de dúvidas por parte dos alunos, tendo em vista a realiza&ccedil;&atilde;o do exame anual</p>
	<p><font color="#3300ff">[Recordo que como&nbsp;a 13/6 -última aula - será feita a avalia&ccedil;&atilde;o final, esta é a tradicional aula de revis&atilde;o em que <strong>me disponho a responder a perguntar/dúvidas dos alunos sobre a matéria do ano lectivo, tendo em vista o exame; seria muito útil que os alunos trouxessem as suas dúvidas para essa aula</strong>, de modo a poder esclarec&ecirc;-las, muito mais porque s&atilde;o muitos os que v&atilde;o a exame e há meses que n&atilde;o comparecem &agrave;s aulas; e para esses aproveito a ocasi&atilde;o para esclarecer que por regra n&atilde;o haverá repeti&ccedil;&atilde;o entre as perguntas feitas aula a aula no blogue e as que aparecer&atilde;o no exame</font><font color="#3300ff">]</font></p>
	<p><font color="#3300ff">O exame seguirá na íntegra a matéria enunciada n&atilde;o apenas no programa on line mas sobretudo a matéria explicitada ao longo do ano lectivo neste blogue</font></p>
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	</item>
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		<title>Aula 23</title>
		<link>http://estrategias0607.blogsome.com/2007/05/27/aula-23/</link>
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		<pubDate>Sun, 27 May 2007 07:57:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrator</dc:creator>
		
	<category>Uncategorized</category>
	<category>Sumários</category>
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		<description><![CDATA[	[Esta é a última aula para colocar em blogue; deverá estar on line até 6/6; a 13/6 -última aula - será feita a avalia&ccedil;&atilde;o final; APROVEITO para dar conta do seguinte: farei uma aula de revis&atilde;o a 6/6 em que me disponho a responder a perguntar/dúvidas dos alunos sobre a matéria do ano lectivo, tendo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p><font color="#3300ff">[Esta é a última aula para colocar em blogue; deverá estar on line até 6/6; a 13/6 -última aula - será feita a avalia&ccedil;&atilde;o final; APROVEITO para dar conta do seguinte: farei uma aula de revis&atilde;o a 6/6 em que <strong>me disponho a responder a perguntar/dúvidas dos alunos sobre a matéria do ano lectivo, tendo em vista o exame; seria muito útil que os alunos trouxessem as suas dúvidas para essa aula</strong>, de modo a poder esclarec&ecirc;-las, muito mais porque ser&atilde;o muitos os que v&atilde;o a exame e tem havido um grande divórcio relativamente &agrave; matéria da cadeira]</font></p>
	<p><font color="#000000">Sumário: <strong>um spin doctor a sério (Karl Rove)</strong></font></p>
<font></font><font color="#000000"></font><font><strong>Semelhan&ccedil;as estruturais com exemplos anteriores:</strong><br />- discreto;<br />- o lugar que ocupa na hierarquia ou o nome que a sua fun&ccedil;&atilde;o tem n&atilde;o correspondem &agrave; sua fun&ccedil;&atilde;o como manipulador da realidade (fun&ccedil;&atilde;o desregulamentada);<br />- n&atilde;o há atribui&ccedil;&atilde;o directa entre a pessoa e o que acontece. Porqu&ecirc;? Porque muitas dessas actividades s&atilde;o ilegais ou, pelo menos, eticamente reprováveis; <em>pensa-se que provavelmente s&atilde;o eles que fazem&hellip;</em><br />- especialistas em criar &laquo;manobras de divers&atilde;o&raquo; (aquelas que desviam as aten&ccedil;&otilde;es de algo indesejável ou aquelas que levam a opini&atilde;o a &laquo;acreditar&raquo; em);<br />- acesso directo ao poder e rela&ccedil;&atilde;o de extrema confian&ccedil;a com esse poder;<br />- quebrar regras - &laquo;vale tudo&raquo;;<br />- conhecer os meandros da comunica&ccedil;&atilde;o, da política e do marketing;<br />- criar/seleccionar as mensagens que o protagonista vai difundir depois.</font><font></font><font color="#000000"></font><font></font><font color="#000000"></font><font><strong>No caso de Karl Rove:</strong><br />De acordo com o livro e documentário &ldquo;Bush&rsquo;s brain&rdquo;:</font><font></font><font color="#000000">
<p><font><img src="http://www.bushsbrain.com/images/poster.jpg" border="0" /><br />- G.W.B. é presidente por causa de KR<br />- é uma espécie de &quot;primeiro ministro&quot; &ndash; mas n&atilde;o se sabe EFECTIVAMENTE o que faz (apenas que há uma <em>marca</em> de Rowe);<br />- co-presidente, tal o seu poder&hellip;<br />- oficialmente é consultor político de GWB e foi director de campanha</font></p>
	<p><font></font><font color="#000000"></font><font><strong>O seu trabalho </strong>(sendo que nada disto é definitivo, pelas raz&otilde;es apontadas anteriormente e porque a história n&atilde;o se faz no presente)<strong>:</strong><br />- &ldquo;sujo&rdquo;, controlo dos acontecimentos, manipula&ccedil;&atilde;o, campanhas negativas, destruir opositores; </font><font></font><font color="#000000"></font><font>- n&atilde;o há regra que ele n&atilde;o quebre para ajudar o seu candidato; </font></p>
</font><font></font><font color="#000000">
<p><font></font><font color="#000000"></font><font>- sabotagem dos adversários; </font><font></font><font color="#000000"></font><font>- invisível (sabe-se que existe mas n&atilde;o se sabe directamente o que faz); </font></p>
</font><font></font><font color="#000000">
<p><font></font><font color="#000000"></font><font>- convenceu GWB de que ele poderia ser presidente, se fosse governador do Texas; </font><font></font><font color="#000000"></font><font>- quando representa um candidato está encarregado de tudo; </font></p>
</font><font></font><font color="#000000">
<p><font></font><font color="#000000"></font><font>- nunca assume (alguns dos casos s&atilde;o crimes); </font><font></font><font color="#000000"></font><font>- utiliza&ccedil;&atilde;o de fugas selectivas de informa&ccedil;&atilde;o; </font></p>
</font><font></font><font color="#000000">
<p><font></font><font color="#000000"></font><font>- inventou a guerra do Iraque por raz&otilde;es políticas</font><font></font><font color="#000000"></font><font><strong>As suas características:</strong><br />- GWB tem total confian&ccedil;a nele;<br />- pertence ao seu círculo íntimo;<br />- tem muito poder (embora invisível);<br />- o seu currículo está cheio de casos de sabotagem;<br />- muito esperto, com forma&ccedil;&atilde;o política (republicana);<br />- Há mais de 20 anos que trabalha com a família Bush;</font></p>
</font><font></font><font color="#000000"></font><font color="#000000"></font><font></font><font><strong>Algumas cita&ccedil;&otilde;es:</strong><br />- &laquo;</font><a href="http://dossiers.publico.pt/shownews.asp?id=1207562&#038;idCanal=1353"><font>Rove é mais do que um conselheiro. Para vários biógrafos e comentadores, ele é &ldquo;o cérebro de Bush&rdquo;</font></a><font color="#000000">.&raquo;</font><font color="#000000"></font><font>
<p><font color="#000000">- &laquo;</font><a href="http://dn.sapo.pt/2006/04/23/internacional/karl_rove_bush_a_batalha_eleitoral_n.html"><font>Para as elei&ccedil;&otilde;es de Novembro, os republicanos est&atilde;o em desvantagem: a popularidade do presidente está de rastos, a guerra no Iraque é impopular, a credibilidade dos políticos é mínima</font></a><font color="#000000">&raquo;</font></p>
	<p><font color="#000000">- &laquo;</font><a href="http://dn.sapo.pt/2004/12/21/opiniao/karl_rove_campanha.html"><font>Se fosse líder partidário, e por muito que estivesse em dificuldades, convocaria Karl Rove para dirigir a campanha eleitoral, mesmo que &agrave; dist&acirc;ncia e por videoconfer&ecirc;ncia. Era vitória certa. Cem vezes melhor do que Carville, e outros &laquo;gurus&raquo; de campanha, Rove foi o verdadeiro catalisador da vitória de Bush, ou antes, da estrondosa derrota de Kerry, que partiu para as presidenciais com uma vantagem assinalável. Como? As tácticas de Rove s&atilde;o simples, mas de uma eficácia imbatível concentrar tudo numa mensagem - no caso era quem estava melhor preparado para enfrentar o terrorismo? - mostrar que o adversário n&atilde;o tinha um programa coerente nem uma linha eficaz de pensamento (Kerry tanto criticava que se esquecia de explicar o que iria mudar), e inundar os meios de comunica&ccedil;&atilde;o com iniciativas e agendas repletas de novidades. Para além de tudo isto, Rove dirigia a mais completa e extraordinária equipa de spin doctors, que actuava 24 horas por dia para preencher os espa&ccedil;os informativos da panóplia de meios americanos. Nada ficava sem resposta, nem uma só ideia e iniciativa do adversário deixava de ser desmontada, avaliada e, se necessário (só possível em países onde a publicidade política é legal), ridicularizada. Duro, intransigente e autoritário, Rove levou Bush de uma posi&ccedil;&atilde;o de dez a 15 pontos de desvantagem em rela&ccedil;&atilde;o a Kerry a uma vitória impensável com tr&ecirc;s milh&otilde;es e meio de votos a mais do que o candidato democrata. Por mim, contratava Karl Rove.</font></a><font color="#000000">&raquo; (Luis Delgado, DN, 21/12/04)</font></p>
</font><font></font><font color="#000000"></font><font><strong>É spin doctor?</strong><br />Sim, porque a actividade deve ser vista de uma forma ampla e n&atilde;o estrita (n&atilde;o se é contratado como tal, há sempre outros nomes&hellip;); é-se SD quando se manipula a realiadde, quando se criam manobras de divers&atilde;o, quando se sabota os adversários (e neste caso até se juntam outras características: n&atilde;o há atribui&ccedil;&atilde;o directa aos actos e um forte ascendente sobre o poder) Aqui a dificuldade é saber em concreto o que é que faz ou n&atilde;o. Mas KR é um dos grandes mistérios da política interna norte-americana &ndash; e essa é uma das características do SD </font><font></font><font color="#000000"></font><font color="#000000"></font><font></font><font><strong>UM caso que correu mal</strong>: quando um enviado dos EUA n&atilde;o confirmou a vers&atilde;o oficial do governo, sobre a venda de ur&acirc;nio ao Iraque, Karl Rowe (provou-se depois), denunciou aos jornalistas que a mulher desse enviado era da CIA (uma espia&hellip;). </font><a href="http://www.jornalistas.online.pt/noticia.asp?id=3654&#038;idselect=499&#038;idCanal=499&#038;p=0"><font>Foi obrigado a demitir-se. </font></a><font color="#000000"></font><font>
<p><font color="#000000">E esse caso suscitou uma série de outras acusa&ccedil;&otilde;es anteriores&nbsp;a Karl Rove&hellip; &laquo;</font><a href="http://blog.comunidades.net/veiga/index.php?op=arquivo&#038;pagina=12&#038;mmes=07&#038;anon=2005"><font>as proezas de Karl Rove, a favor de candidatos republicanos, foram mantidas num estilo baixo de guerra sem quartel. Em 1970, roubou papel dum gabinete do candidato rival e enviou mais de mil cartas falsas em seu nome. Em 19856, numa renhida campanha para governador do Texas, Rove clamou ter encontrado um microfone camuflado no seu gabinete. O fiscal suspeitou que foi o próprio Rove quem o instalou, mas a investiga&ccedil;&atilde;o nunca o provou (o jovem tinha génio e amigos nas altas esferas). Em 2000, durante as cruciais elei&ccedil;&otilde;es primárias na Carolina do Sul, Rove destruiu John McCain, para assegurar a nomea&ccedil;&atilde;o de Bush</font></a><font color="#000000">&raquo;</font></p>
	<p><font></font><font color="#000000"></font><font><strong>Em resumo:</strong><br />- A manipula&ccedil;&atilde;o é uma arma preferencial do marketing político;<br />- Em BORIS vimos alguns tra&ccedil;os de&nbsp;campanha negativa, a massiva utiliza&ccedil;&atilde;o de sondagens (focus group), a utiliza&ccedil;&atilde;o da CSocial e&nbsp;a selec&ccedil;&atilde;o de mensagens;<br />- Nas MANOBRAS NA CASA BRANCA acentuaram-se as características do Spin Doctor (com a cria&ccedil;&atilde;o de uma gigante manobra de divers&atilde;o que desviou as aten&ccedil;&otilde;es de um esc&acirc;ndalo envolvendo o presidente dos EUA);<br />- Em Karl Rove encontramos um caso concreto, real e presente, que confirma tudo o resto;</font><font></font><font color="#000000"></font><font><br /><strong>TRA&Ccedil;OS comuns: manipula&ccedil;&atilde;o da realidade, principalmente através da comunica&ccedil;&atilde;o social, ganhar elei&ccedil;&otilde;es; sabotagem dos adversários; cria&ccedil;&atilde;o de manobras de divers&atilde;o; o autor dessa manipula&ccedil;&atilde;o n&atilde;o é conhecido (n&atilde;o há uma rela&ccedil;&atilde;o directa); fun&ccedil;&atilde;o n&atilde;o existe e é desempenhada quer pontualmente (crises) quer por colaboradores permanentes</strong></font></p>
</font><font></font><font color="#000000">
<p><font></font><font></font><font color="#cc0000"><strong>Objectivos para os alunos:</strong><br /></font></p>
	<p><font color="#cc0000">Um spin doctor é, por natureza, discreto; Karl Rowe também. Mas as fun&ccedil;&otilde;es que desempenhou na Casa Branca obrigaram-no a aparecer em público e a dizer algumas coisas. Procure na internet <strong>duas cita&ccedil;&otilde;es/frases claramente atribuídas a Karl Rowe (ditas por ele) que mostrem que, uma ou outra vez, foi obrigado a falar sobre matérias em que alegadamente esteja envolvido!</strong></font></p>
</font>
</p>
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	</item>
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		<title>Aula 22</title>
		<link>http://estrategias0607.blogsome.com/2007/05/20/aula-22/</link>
		<comments>http://estrategias0607.blogsome.com/2007/05/20/aula-22/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 20 May 2007 09:34:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrator</dc:creator>
		
	<category>Uncategorized</category>
	<category>Sumários</category>
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		<description><![CDATA[	Sumário: visionamento crítico do filme &laquo;Manobras na Casa Branca&raquo;; um &laquo;spin doctor&raquo; de fic&ccedil;&atilde;o
	Notas críticas sobre o filme &ldquo;WAG the DOG&rdquo; (MANOBRAS NA CASA BRANCA)
	&nbsp;
	Sinopse da história: 
	Assessores do presidente dos EUA sabem que o jornal Washington Post &ldquo;de amanh&atilde;&rdquo; vai publicar uma notícia envolvendo o presidente e uma jovem que este levou para a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p>Sumário: visionamento crítico do filme &laquo;Manobras na Casa Branca&raquo;; um &laquo;spin doctor&raquo; de fic&ccedil;&atilde;o</p>
	<p class="MsoNormal">Notas críticas sobre o filme &ldquo;WAG the DOG&rdquo; (MANOBRAS NA CASA BRANCA)</p>
	<p class="MsoNormal">&nbsp;</p>
	<p class="MsoNormal"><strong>Sinopse da história: </strong></p>
	<p class="MsoNormal">Assessores do presidente dos EUA sabem que o jornal Washington Post &ldquo;de amanh&atilde;&rdquo; vai publicar uma notícia envolvendo o presidente e uma jovem que este levou para a &ldquo;Sala oval&rdquo; da Casa Branca (refer&ecirc;ncias directas a Bill Clinton&#8230;); a jovem acusa-o de assédio sexual! Faltam 11 dias para as elei&ccedil;&otilde;es e o presidente recandidata-se! Ao saber disto, o presidente manda chamar Conrad Brean, especialista em &ldquo;manobras de divers&atilde;o&rdquo;; este e o produtor de Hollywood (Stanley Motss) v&atilde;o criar uma fic&ccedil;&atilde;o &ndash; ao pormenor &ndash; que vai distrair a comunica&ccedil;&atilde;o social, as elei&ccedil;&otilde;es e o outro candidato&#8230; </p>
	<p class="MsoNormal"><strong>Frases e ideias de CB e do produtor SM: </strong></p>
	<p class="MsoNormal">CB : (sobre o esc&acirc;ndalo e as acusa&ccedil;&otilde;es da rapariga) &ldquo;n&atilde;o interessa se é verdade&rdquo; </p>
	<p class="MsoNormal">CB: presidente tem de ficar mais um dia na China, digam que ele adoeceu </p>
	<p class="MsoNormal">CB: inventa uma hipotética refer&ecirc;ncia a um novo bombardeiro, que n&atilde;o existe; a ideia é fazer constar mas nunca dizer que n&atilde;o existe (ou que existe&hellip;)&#8230; </p>
	<p class="MsoNormal">CB: &ldquo;inventar uma crise&rdquo;&#8230; </p>
	<p class="MsoNormal">CB: vai ser preciso realizar uma confer&ecirc;ncia de imprensa (inventar) </p>
	<p class="MsoNormal">CB: é preciso distraí-los 11 dias; &ldquo;estou a trabalhar nisso&rdquo;&#8230; </p>
	<p class="MsoNormal">CB: depois de 240 soldados americanos terem morrido em Beirute, o antigo presidente Reagan decidiu invadir Granada&#8230; </p>
	<p class="MsoNormal">CB: &ldquo;n&atilde;o vai haver guerra mas a ess&ecirc;ncia da guerra&rdquo; (&ldquo;appearance&rdquo;) </p>
	<p class="MsoNormal">CB: pe&ccedil;a ao portavoz para fazer um comunicado a negar a Alb&acirc;nia (que ele próprio inventou&hellip;) </p>
	<p class="MsoNormal">CB: portavoz mente e fala do estado de saúde (já o esc&acirc;ndalo foi revelado) </p>
	<p class="MsoNormal">CB: &ldquo;guerra é show business&rdquo; </p>
	<p class="MsoNormal">CB: o povo ou o público t&ecirc;m de saber? &ldquo;A verdade n&atilde;o interessa&rdquo; </p>
	<p class="MsoNormal">Produtor: &ldquo;é um teaser&#8230;&rdquo; - a partir das primeiras &ldquo;manobras de divers&atilde;o&rdquo;, os jornais passaram o esc&acirc;ndalo para as páginas interiores e puseram a guerra na primeira </p>
	<p class="MsoNormal">CB: &ldquo;vamos entrar em guerra com a Alb&acirc;nia daqui a 30 minutos&rdquo; </p>
	<p class="MsoNormal">CB: &ldquo;O senador Neal descobriu alguma coisa? Isso n&atilde;o me importa, temos uma guerra&rdquo; </p>
	<p class="MsoNormal">- as imagens s&atilde;o passadas &agrave; imprensa/televis&otilde;es e logo transmitidas </p>
	<p class="MsoNormal">- inventam a cena da chegada do presidente (encena&ccedil;&atilde;o), até a chuva&#8230; </p>
	<p class="MsoNormal">A CIA: &ldquo;n&atilde;o há nenhuma guerra&rdquo;; </p>
	<p class="MsoNormal">CB: &ldquo;mas eu vejo-a na TV!&rdquo; </p>
	<p class="MsoNormal">CB: &ldquo;o senador rival acabou com a guerra?! Ele n&atilde;o pode acabar com a guerra, só acaba quando eu disser&rdquo; </p>
	<p class="MsoNormal">CB: é &ldquo;um caso sórdido&rdquo; </p>
	<p class="MsoNormal">Produtor: &ldquo;isto é política ao melhor nível&rdquo; - elaboram o discurso que o presidente vai ler </p>
	<p class="MsoNormal">Produtor: &ldquo;n&atilde;o me divertia tanto desde o directo da TV&rdquo; </p>
	<p class="MsoNormal">CB: &ldquo;isto é como ser canalizador&rdquo; </p>
	<p class="MsoNormal">- inventam uma música, que mandam arquivar na Biblioteca no Congresso com uma data falsa e que passam para a comunica&ccedil;&atilde;o social, com a ideia de que já existia e foi agora &ldquo;descoberta&rdquo; </p>
	<p class="MsoNormal">- inventam tudo, até a moda de atirar velhos sapatos para árvores e postes, em homenagem ao pseudo-soldado desaparecido na Alb&acirc;nia (old shoe) CNN dá a notícia do soldado desaparecido&#8230; Produtor: &ldquo;n&atilde;o há nada como o show business&rdquo; </p>
	<p class="MsoNormal">CB: dita as notas de imprensa, coordena a chegada do soldado preso </p>
	<p class="MsoNormal">CB: afirma-se um perito em nunca revelar nada </p>
	<p class="MsoNormal">CB: manda matar o produtor, quando percebe que este n&atilde;o se consegue calar com os resultados (SM quer os créditos/mérito&#8230;); a imprensa diz que o produtor morreu de ataque cardíaco&#8230; </p>
	<p class="MsoNormal">- o presidente é um produto de publicidade&#8230; </p>
	<p class="MsoNormal">- a única vez que há uma preocupa&ccedil;&atilde;o com a lei ou com o que a imprensa pode descobrir é quando t&ecirc;m um acidente e s&atilde;o recolhidos por um imigrante ilegal (que nem ingl&ecirc;s fala); é imediatamente legalizado&#8230; (é sarcástico, como é que esta é a única preocupa&ccedil;&atilde;o a sério&#8230;) </p>
	<p class="MsoNormal"><strong>Notas finais: </strong></p>
	<p class="MsoNormal">Trata-se de uma PARÓDIA/RIDICULARIZA&Ccedil;&Acirc;O, uma vez que seria impossível a comunica&ccedil;&atilde;o social nada descobrir. E havia tantas pontas soltas (até o acidente de avi&atilde;o), nomeadamente o facto de nada se passar na Alb&acirc;nia (qualquer jornalista no local, e iriam jornalistas para o local, perceberia isso); mas demonstra: </p>
	<p class="MsoNormal">- como a comunica&ccedil;&atilde;o social é manipulada com alguma facilidade e &ldquo;come&rdquo; as coisas que lhe d&atilde;o, muitas vezes sem qualquer aten&ccedil;&atilde;o; </p>
	<p class="MsoNormal">- como há quem, num gabinete com um telefone (e devidos meios), possa controlar tudo, os &ldquo;spin doctors&rdquo;, express&atilde;o que n&atilde;o aparece; </p>
	<p class="MsoNormal">- o SD é alguém que leva a sério todas as implica&ccedil;&otilde;es da fun&ccedil;&atilde;o (ao contrário do produtor, que n&atilde;o se aguenta&#8230;), desde a discri&ccedil;&atilde;o (até na roupa que veste) ao sil&ecirc;ncio; mas também é, logo na primeira fala, apresentando como &ldquo;Mr. Resolve Tudo&rdquo;&#8230; </p>
	<p class="MsoNormal">- mentir é o que mais fazem os assessores neste filme; </p>
	<p class="MsoNormal">- a política joga-se na comunica&ccedil;&atilde;o social, como marketing e publicidade (mas é evidente o desprezo pela publicidade/propaganda eleitoral clássica&#8230;) </p>
	<p class="MsoNormal">- é o cúmulo da manipula&ccedil;&atilde;o </p>
	<p class="MsoNormal">- o presidente nunca aparece! Porqu&ecirc;? N&atilde;o é preciso, é instrumental, é marginal ao processo, é quase irrelevante&#8230; Ou seja, um SD manda até no Presidente &ndash; é essa a mensagem! </p>
	<p class="MsoNormal">&nbsp;</p>
	<p class="MsoNormal"><strong>Ficha do filme: </strong></p>
	<p class="MsoNormal">Título original: &ldquo;Wag the dog&rdquo; </p>
	<p class="MsoNormal">Título em Portugu&ecirc;s: &ldquo;Manobras na Casa Branca&rdquo; </p>
	<p class="MsoNormal">Realizador: Barry Levinson </p>
	<p class="MsoNormal">Dura&ccedil;&atilde;o: 93 minutos </p>
	<p class="MsoNormal">Baseado no livro &ldquo;American Hero&rdquo;, de Larry Beynhart </p>
	<p class="MsoNormal">Direitos em Portugal: PRÍSVIDEO </p>
	<p class="MsoNormal">Distribui&ccedil;&atilde;o EUA: New Line Cinema (TWC) </p>
	<p class="MsoNormal">Ano: 1998</p>
	<p><font color="#ff3333"><strong>Objectivo para os alunos: em que é que Conrad Brean pode ser comparado com os tr&ecirc;s conselheiros de Ieltsin?</strong></font></p>
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		<title>Aula 21</title>
		<link>http://estrategias0607.blogsome.com/2007/05/13/aula-21/</link>
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		<pubDate>Sun, 13 May 2007 10:10:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrator</dc:creator>
		
	<category>Uncategorized</category>
	<category>Sumários</category>
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		<description><![CDATA[	[A última aula para colocar em blogue é a 23, a realizar a 30/5; deverá estar on line até 6/6; a 13/6 -última aula - será feita a avalia&ccedil;&atilde;o final]
	APROVEITO para dar conta do seguinte: farei uma aula de revis&atilde;o a 6/6 em que me disponho a responder a perguntar/dúvidas dos alunos sobre a matéria [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p><font color="#669933"><strong>[A última aula para colocar em blogue é a 23, a realizar a 30/5; deverá estar on line até 6/6; a 13/6 -última aula - será feita a avalia&ccedil;&atilde;o final]</strong></font></p>
	<p><font color="#669933"><strong>APROVEITO para dar conta do seguinte: farei uma aula de revis&atilde;o a 6/6 em que me disponho a responder a perguntar/dúvidas dos alunos sobre a matéria do ano lectivo, tendo em vista o exame; seria muito útil que </strong><u>os alunos trouxessem as suas dúvidas para essa aula, de modo a poder esclarec&ecirc;-las</u><strong>, muito mais porque ser&atilde;o muitos os que v&atilde;o a exame e tem havido um grande divórcio relativamente &agrave; matéria da cadeira</strong></font></p>
	<p>Sumário: os spinning doctors (ou o spinning da informa&ccedil;&atilde;o)</p>
<font></font><font><strong>Spin doctor:</strong><br />(n&atilde;o é fácil caracterizar, até pelas características relativamente secretas ou, pelo menos, desregulamentadas, da fun&ccedil;&atilde;o); Ser spin doctor n&atilde;o é tanto um lugar para que se contrata alguém (&ldquo;Precisa-se de&hellip;&rdquo;), mas mais um conjunto de tarefas que fazem a fun&ccedil;&atilde;o, uma fun&ccedil;&atilde;o dentro do aconselhamento em marketing político; <strong>Realizando determinadas fun&ccedil;&otilde;es, reunindo determinadas características, podemos dizer que estamos perante um spin doctor. É uma área das rela&ccedil;&otilde;es públicas, mas sobretudo do marketing político</strong>.</font><font>
<p><font>Nas próximas duas aulas vamos conhecer dois exemplos: um ficcional (&laquo;Conrad Brean&raquo; em Manobras na Casa Branca) e um real (Karl Rowe)<br />Liga&ccedil;&atilde;o recomendada: </font><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Spin_(politics)"><font>http://en.wikipedia.org/wiki/Spin_(politics</font></a><font>)</font></p>
	<p><font>origem da express&atilde;o (que pode ser traduzida por <em>mestre da manipula&ccedil;&atilde;o</em>);<br /><em>to spin: fazer girar, alterar, desviar a trajectoria</em></font></p>
	<p><font>quem é:<br />ex-jornalista?<br />ex-politico?<br />ex-publicitário?</font></p>
	<p><font>(tentativa de) defini&ccedil;&atilde;o:<br />- é uma espécie de grau mais elevado/sofisticado de assessor de imprensa (mas já n&atilde;o desempenha essas fun&ccedil;&otilde;es, porque n&atilde;o deve contactar directamente, embora possa ter a &ldquo;fachada&rdquo; de assessor político, de imprensa, conselheiro, etc.)<br />- <u>&ldquo;alguém que tenta influenciar a opini&atilde;o pública através de uma informa&ccedil;&atilde;o favoravelmente manipulada, apresentada ao publico ou aos media, com vista a ganhar, no imediato ou a mais tarde, elei&ccedil;&otilde;es&rdquo;<br /></u>- explorar quais os meios mais apropriados para alcan&ccedil;ar os objectivos dos seus partidos ou candidatos&rdquo;<br />- <strong>consultor de tecnologia política</strong>: &ldquo;a manipula&ccedil;&atilde;o da opini&atilde;o pública é uma ci&ecirc;ncia exacta; pode-se fazer ganhar qualquer candidato desde que haja dinheiro ou se apliquem os golpes (sobretudo os mais baixos) ao adversário&rdquo; (VIS&Acirc;O)</font></p>
	<p><font>Outra defini&ccedil;&atilde;o: &laquo;</font><a href="http://www.embaixada-americana.org.br/elections/glossary.htm"><font>Spin doctor/spin &ndash; Assessor de mídia ou consultor político contratado em uma campanha para garantir que o candidato receba a melhor publicidade possível em uma dada situa&ccedil;&atilde;o. Por exemplo, após um debate entre candidatos &agrave; Presid&ecirc;ncia, o spin doctor de cada candidato procura os jornalistas para mostrar-lhes os pontos fortes de seu candidato e tentar convencer a imprensa e, por extens&atilde;o, o público, de que seu candidato &ldquo;venceu&rdquo; o debate. Quando esses assessores de mídia est&atilde;o trabalhando, diz-se que est&atilde;o fazendo spinning ou pondo spin (colocando efeito) em uma situa&ccedil;&atilde;o ou um evento</font></a><font>&raquo;.</font></p>
	<p><font>Mais uma defini&ccedil;&atilde;o:<br />&laquo;</font><a href="http://oquesepassa.no.sapo.pt/Assessoria.htm"><font>A gest&atilde;o das notícias por profissionais de comunica&ccedil;&atilde;o e por ag&ecirc;ncias noticiosas, tanto independentes como ligados a governos ou ministérios. A profissionaliza&ccedil;&atilde;o da comunica&ccedil;&atilde;o pública em geral.<br />Os spin doctors* popularizaram-se no Reino Unido durante a década de 90 e estiveram especialmente associados ao apertado controlo que o novo Partido Trabalhista exerceu relativamente &agrave; sua imagem pública, antes do governo Blair, em 1997 (e subsquentemente). As artes negras da manipula&ccedil;&atilde;o mediática eram usadas n&atilde;o só externamente, para controlar tanto quanto possível o fluxo, e até o estilo, da informa&ccedil;&atilde;o usada pelos jornalistas, mas também internamente, para assegurar que os próprios políticos trabalhistas permaneciam &laquo;on message&raquo; em todos os momentos.<br />(&hellip;) Nos últimos dias de governa&ccedil;&atilde;o, o governo conservador liderado por John Major foi perseguido pela sordidez e pelo esc&acirc;ndalo, o que contribuiu indubitavelmente para a sua derrota nas elei&ccedil;&otilde;es de 1997. Consequentemente, o &laquo;spin&raquo; podia operar em ambos os sentidos - como manipula&ccedil;&atilde;o oficial, para proteger o governo, e como uma vingan&ccedil;a dos que n&atilde;o t&ecirc;m voz, para &laquo;os manter honestos&raquo;.<br />Uma das suas mais peculiares aspira&ccedil;&otilde;es &agrave; fama provinha da afirma&ccedil;&atilde;o de que o &laquo;spin&raquo; podia provocar a ocorr&ecirc;ncia de um acontecimento antes de ele ter acontecido. Parte da arte do &laquo;spin&raquo; consistia em usar contactos seleccionados e fugas de informa&ccedil;&atilde;o para provocar a cobertura na imprensa e na rádio ou em espectáculos televisivos antes da publica&ccedil;&atilde;o de algo arriscado - por exemplo, um relatório crítico ou números pouco precisos sobre a economia.<br />* termo que designa o assessor de comunica&ccedil;&atilde;o na área política (n. da T.).&rdquo;</font></a><font>&raquo; </font></p>
	<p><font>O que faz:<br />- influencia<br />- manipula (altera/constrói) a informa&ccedil;&atilde;o<br />- constrói a opini&atilde;o (reviravoltas)<br />- aconselha<br />- n&atilde;o é o (puro)&nbsp;assessor de imprensa<br />- inventores de imagens/ideias<br />- recurso a grupos de controlo (focus group)<br />- selecciona as ideias fundamentais, em fun&ccedil;&atilde;o da opini&atilde;o pública, aquelas que ela tem de saber/receber, quando e como é que; (n&atilde;o tanto as melhores, mas as que querem passar; geralmente até s&atilde;o as mais negativas)</font></p>
	<p><font>características: (UMA ESPECIE DE GRELHA QUE PODEM APLICAR A DIVERSOS CASOS, mas que n&atilde;o é exclusivista em face das dificuldades)<br />- s&atilde;o discretos e actuam nos bastidores(o lugar que ocupam na hierarquia é irrelevante, até pode n&atilde;o ter liga&ccedil;&atilde;o efectiva), a desregulamenta&ccedil;&atilde;o da actividade&hellip; muitas vezes a sua exist&ecirc;ncia até é negada&hellip; NO FUNDO É O ESTRATEGA<br />- acesso directo ao poder (tem muito poder) e rela&ccedil;&atilde;o de confian&ccedil;a com esse poder;<br />- insensíveis &agrave; necessidade de transpar&ecirc;ncia (recorre muitas vezes &agrave; &ldquo;campanha negativa&rdquo; ou negra)<br />- conhecer bem meandros da comunica&ccedil;&atilde;o e do marketing<br />- n&atilde;o deixa impress&otilde;es digitais directas (n&atilde;o costuma aparecer), embora se possa atribuir (isto é, n&atilde;o há uma atribui&ccedil;&atilde;o directa a determinada pessoa, que apare&ccedil;a a reclamá-la; &ldquo;isto fui eu que fiz&rdquo;), talvez mais tarde isso possa acontecer mas n&atilde;o no momento imediato- até porque ninguem gosta de ser manipulado&hellip;<br />- alimentar a opini&atilde;o pública através de factos políticos que s&atilde;o divulgados pela comunica&ccedil;&atilde;o social (que deve controlar de alguma forma), mas também podem ter de tratar de influenciar grupos de decis&atilde;o (um parlamento?)<br />- criar mensagens (&ldquo;frases assassinas&rdquo;/sound bites) e gerir informa&ccedil;&otilde;es (exclusivos)<br /></font></p>
	<p><font>- o político n&atilde;o é um spin doctor; o spin doctor é alguém que trabalha para o político&hellip;</font></p>
	<p><font>- Poucos s&atilde;o aqueles que fazem apenas &laquo;spinning&raquo;; genericamente, um spin doctor gera e controla a informa&ccedil;&atilde;o a seu favor (a favor de quem lhe paga);<strong> É uma fun&ccedil;&atilde;o, uma ferramenta do consultor de marketing político</strong>; só excepcionalmente, o spinning será exclusivo na fun&ccedil;&atilde;o do consultor&#8230;</font></p>
	<p><font>Frases-chave para a compreens&atilde;o:<br />- &ldquo;golpes sujos ou baixos&rdquo;<br />- &ldquo;vale tudo&rdquo;<br />- &ldquo;capaz de milagres&rdquo;</font></p>
	<p><font>Em Portugal, &laquo;</font><a href="http://visaoonline.clix.pt/default.asp?CpContentId=327877"><font>O chamado spin doctor ainda é uma espécie de avis rara, geralmente chamado &agrave; laia de bombeiro, para apagar fogos, na comunica&ccedil;&atilde;o com o eleitorado</font></a><font>&raquo; </font></p>
	<p><font></font><font color="#ff0000">Objectivo para os alunos: nas aulas t&ecirc;m vindo a coexistir, embora com explica&ccedil;&otilde;es diferentes, dois sentidos para a palavra manipula&ccedil;&atilde;o; recordando os diferentes &acirc;mbitos da palavra,<strong> em que&nbsp;&laquo;lado&raquo; coloca o spin doctor</strong>.</font>&nbsp;</p>
</font>
</p>
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		<title>Aula 20</title>
		<link>http://estrategias0607.blogsome.com/2007/04/29/aula-20/</link>
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		<pubDate>Sun, 29 Apr 2007 11:05:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrator</dc:creator>
		
	<category>Uncategorized</category>
	<category>Sumários</category>
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		<description><![CDATA[	Sumário: Algumas reflex&otilde;es sobre a manipula&ccedil;&atilde;o
	1)&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Das duas perspectivas para a palavra manipula&ccedil;&atilde;o que já vimos (escolher uma parte da realidade e apresentá-la unicamente para servir determinado interesse ou alterar/fabricar/mentir sobre a realidade e apresentá-la para servir determinado interesse) interessa-nos a segunda;
	&nbsp;
	2)&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Até que ponto a manipula&ccedil;&atilde;o pode chegar, sem ser descoberta, influenciando a opini&atilde;o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p><strong>Sumário: Algumas reflex&otilde;es sobre a manipula&ccedil;&atilde;o</strong></p>
	<p>1)&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Das duas perspectivas para a palavra manipula&ccedil;&atilde;o que já vimos (escolher uma parte da realidade e apresentá-la unicamente para servir determinado interesse ou alterar/fabricar/mentir sobre a realidade e apresentá-la para servir determinado interesse) interessa-nos a segunda;</p>
	<p>&nbsp;</p>
	<p>2)&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Até que ponto a manipula&ccedil;&atilde;o pode chegar, sem ser descoberta, influenciando a opini&atilde;o pública?</p>
	<p>&nbsp;</p>
	<p>3)&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Ser&atilde;o analisados na aula alguns casos:</p>
	<p>a) &laquo;<em>Durante a guerra do Kuwait (invadido pelo Iraque em 1990), &laquo;O público rapidamente ficou a saber que o Kuwait era uma democracia que desabrochava no Golfo e que as suas mulheres recusavam o véu e conduziam automóveis. Soube também que os soldados iraquianos violavam e pilhavam &agrave; medida que avan&ccedil;avam no Kuwait, indo ao ponto de arrancarem indefesos bebés prematuros das suas incubadoras com o intuito de levar as máquinas para o Iraque. Foram também informados de que Saddam Hussein era Hitler</em>&raquo; (Nelson Traquina, O poder do jornalismo, Coimbra: Minerva, 2000, pág 114). Mas&#8230; Texto a desenvolver na aula</p>
	<p>b) &laquo;<em>Na segunda-feira, o famoso animador televisivo David Leterman decidiu exibir um clip com as imagens de Tyler [Crotty] anunciando uma nova rubrica no seu programa nocturno, a qual se chamaria &laquo;George W. Bush estimula a juventude da América!&raquo;. Na manh&atilde; seguinte, o noticiário da CNN mostrou as imagens do &laquo;clip&raquo; e a apresentadora Daryn Kagan comentou que era estranho que ninguém junto de Tyler tivesse reagido aos seus esgares. Depois de um intervalo para publicidade, Kagan regressou: &ldquo;Dizem-nos da Casa Branca que a imagem da crian&ccedil;a foi montada naquele vídeo, o que explica a raz&atilde;o por que as pessoas n&atilde;o reagiram</em>&raquo; (Expresso/Única, 9/04/2004, pág. 20). Texto a desenvolver na aula.</p>
	<p>c) &laquo;<em>A jornalista JUDITH MILLER acaba de ser despedida pelo New York Times (NYT) depois de ter passado quase tr&ecirc;s meses na pris&atilde;o por se ter recusado a identificar as fontes de uma fuga de informa&ccedil;&atilde;o sobre a identidade de uma agente secreta da CIA. Esta notícia parece algo paradoxal. Como é possível que uma jornalista de t&atilde;o elevada exig&ecirc;ncia ética seja despedida por um dos jornais mais influentes do mundo? Mais estranho ainda é que n&atilde;o tenha havido nenhum movimento de jornalistas em favor da sua colega e muitos tenham manifestado as suas dúvidas acerca dos verdadeiros motivos do sil&ecirc;ncio desta jornalista. A explica&ccedil;&atilde;o de tudo isto está no facto de Judith Miller ter sido a jornalista que mais prolificamente escreveu sobre as armas de destrui&ccedil;&atilde;o maci&ccedil;a de Saddam Hussein e mais zelosamente defendeu a tese de que tais armas existiam. Com fortes liga&ccedil;&otilde;es aos neoconservadores que dominam a administra&ccedil;&atilde;o Bush, Miller teve acesso a informa&ccedil;&atilde;o confidencial que alegadamente justificava as suas reportagens e que p&ocirc;de usar sob a condi&ccedil;&atilde;o de n&atilde;o a revelar, nem sequer aos próprios directores do NYT</em>&raquo; (Boaventura Sousa Santos, &laquo;Ética Jornalística&raquo;, Vis&atilde;o, 24 de Novembro 2005, pág. 58). Texto a desenvolver na aula</p>
	<p>d) &laquo;<a href="http://livrovirtual.weblog.com.pt/arquivo/2004/12/subsidios_para_a_polemica_das">Em finais de Maio do ano passado, o ex-ministro da Saúde Correia de Campos contou, durante um debate que decorreu na Escola Nacional de Saúde Pública (Lisboa) este caso. Reproduzo-o da forma como o fixei:<br />Como ministro apanhou uma chamada &quot;crise das meningites&quot; e viu-se pressionado pela opini&atilde;o pública a autorizar um plano de vacina&ccedil;&atilde;o que permitiu a um laboratório vender 10 milh&otilde;es de euros de vacinas em 15 dias.<br />Correia de Campos disse nesse debate que, mesmo nessa altura, achava o plano desnecessário. Mas autorizou. Porqu&ecirc;?<br />O ex-ministro falou na exist&ecirc;ncia de uma cabala, envolvendo o referido laboratório (que n&atilde;o citou), uma empresa de rela&ccedil;&otilde;es públicas (que n&atilde;o nomeou) e delegados de informa&ccedil;&atilde;o médica, transformados em informadores. Mal sabiam de mais um caso, avisavam o laboratório, que avisava a empresa de RP, que avisava os jornalistas. Ainda antes do ministro saber&#8230;<br />Quando Correia de Campos aparecia em público, os repórteres confrontavam-no com &quot;mais um caso sr. ministro. Que pensa fazer?&quot;.<br />O ministro cedeu e autorizou o plano</a>.&raquo;. Caso a desenvolver na aula</p>
	<p>e) A 11 de Maio de 2006 Manuel Maria Carrilho apresenta o seu livro &laquo;Sob o&nbsp; signo da verdade&raquo; em que diz que foi vitima de uma conspira&ccedil;&atilde;o de jornalistas, comentadores e uma ag&ecirc;ncia de comunica&ccedil;&atilde;o para o derrotar nas elei&ccedil;&otilde;es autárquicas que deram a vitória a Carmona Rodrigues em Lisboa. Carrilho fala em manipula&ccedil;&atilde;o e numa entrevista &agrave; RTP diz que &laquo;<em>existe uma corrup&ccedil;&atilde;o generalizada muito difusa</em>&raquo;&nbsp;envolvendo jornalistas e a actividade das rela&ccedil;&otilde;es públicas.&nbsp;Carrilho acusa António Cunha Vaz, director de uma ag&ecirc;ncia de comunica&ccedil;&atilde;o, que lhe terá oferecido os seus servi&ccedil;os, com o argumento de&nbsp;que &laquo;<em>tudo se compra</em>&raquo;.</p>
	<p>4)&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Que pontos de contacto existem entre estes casos? </p>
	<p><strong>- a ideia de que vale tudo (ou quase) para manipular a opini&atilde;o pública</strong></p>
	<p><strong>- a ideia de que os políticos ou se servem ou acusam os jornalistas</strong></p>
	<p><strong>- a ideia de que os jornalistas s&atilde;o as primeiras vítimas ou armas/ferramentas dessa manipula&ccedil;&atilde;o</strong></p>
	<p><strong>- a ideia de que os jornalistas n&atilde;o percebem ou percebem demasiado tarde que s&atilde;o arrastados para essa manipula&ccedil;&atilde;o</strong></p>
	<p><font color="#ff0000"><strong>Objectivo para os alunos:</strong> </font></p>
	<p><font color="#ff0000">a partir do caso de Manuel Maria Carrilho (e das informa&ccedil;&otilde;es que recolherem entretanto) responder a esta pergunta: <strong>um enquadramento diferente da actividade das ag&ecirc;ncias de comunica&ccedil;&atilde;o em Portugal poderia ter evitado as acusa&ccedil;&otilde;es de Manuel Maria Carrilho?</strong></font> </p>
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	</item>
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		<title>Aula 19</title>
		<link>http://estrategias0607.blogsome.com/2007/04/15/aula-19/</link>
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		<pubDate>Sun, 15 Apr 2007 18:58:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrator</dc:creator>
		
	<category>Uncategorized</category>
	<category>Sumários</category>
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		<description><![CDATA[	Sumário: visionamento crítico do filme &laquo;Boris&raquo;
Ficha: &ldquo;Boris&rdquo; (&ldquo;Spinning Boris&rdquo; no original) é um filme de 2003, realizado por Roger Spottiswoode, com Jeff Goldblum (George Gorton) , Anthony LaPaglia (Dick Dresner) e Liev Schreiber (Joe Shumate).
&nbsp;
Resumo da história: uma equipa de &ldquo;consultores políticos&rdquo; norte-americanos é contratada por apoiantes de Boris Ieltsin para o elegerem como presidente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p><strong>Sumário: visionamento crítico do filme &laquo;Boris&raquo;</strong></p>
<font></font><font><strong><span>Ficha</span></strong><span>: &ldquo;Boris&rdquo; (&ldquo;Spinning Boris&rdquo; no original) é um filme de 2003, realizado por Roger Spottiswoode, com Jeff Goldblum (George Gorton) , Anthony LaPaglia (Dick Dresner) e Liev Schreiber (Joe Shumate).<br /></span></font>
<p><font>&nbsp;</font></p>
<font></font><font><strong>Resumo da história</strong>: uma equipa de &ldquo;consultores políticos&rdquo; norte-americanos é contratada por apoiantes de Boris Ieltsin para o elegerem como presidente russo, em 1996. Quando chegam &agrave; Rússia, oito meses antes, Ieltsin tem 6 por cento das inten&ccedil;&otilde;es de voto, contra os 30 por cento de Zyuganov, e é o presidente em fun&ccedil;&otilde;es; no final &ndash; aplicadas as tácticas desses &ldquo;consultores políticos&rdquo; &ndash; Boris Ieltsin ganha.<br /></font>
<p><font>&nbsp;</font></p>
<font></font><font><strong>O filme é baseado em factos reais</strong>, que vieram a público numa história publicada pela revista Time (como o próprio filme documenta, uma vez que o jornalista da revista em Moscovo teve acesso ao caso mas comprometeu-se a publicá-lo apenas posteriormente). <span>Na capa podia ler-se &ldquo;<em>Yanks to the Rescue; The secret story of how american advisers helped Yeltsin win</em>&rdquo;. </span>Mas, sendo um retrato da realidade histórica, muitos dos pormenores acessórios que engordam o filme s&atilde;o construídos pelos argumentistas (porque se trata de um filme para ser apresentado no circuito comercial).<br /></font>
<p><font>&nbsp;</font></p>
	<p><font></font><font><strong>Matéria essencial para a aula</strong>: o filme mostra aquilo que muitas vezes se especulava mas nunca tinha vindo a público desta forma t&atilde;o clara: como os políticos (e os eleitores) podem ser manipulados e um presidente vendido como uma barra de sab&atilde;o (express&atilde;o usada no filme). No caso em concreto, os &ldquo;consultores políticos&rdquo; recorrem ao que designam por &ldquo;jogo da elei&ccedil;&atilde;o&rdquo;, baseado em &ldquo;focus group&rdquo; (sondagens), manipula&ccedil;&atilde;o (&ldquo;há uma vaga na televis&atilde;o para encaixar um apoiante de Ieltsin&rdquo;; &ldquo;a imprensa no bolso&rdquo;), selec&ccedil;&atilde;o precisa de mensagens e comportamentos (sorrir é fundamental, &ldquo;sound bites de cinco segundos&rdquo;) e campanha negativa.</font></p>
	<p><font></font><font></font></p>
<font></font><font>Outras ideias soltas, retiradas do filme:<br /></font><font></font><font>- eles ser&atilde;o &ldquo;a voz do candidato&rdquo;<br /></font><font></font><font>- &ldquo;nunca ninguém teve tanto poder&rdquo; (os consultores)<br /></font><font></font><font>- &ldquo;nada de nomes&rdquo;<br /></font><font></font><font>- &ldquo;mentir? Qual é o problema?&rdquo;<br /></font><font></font><font>- &ldquo;nós nunca mentimos a quem nos paga&rdquo;<br /></font><font></font><font>- &ldquo;o problema numa elei&ccedil;&atilde;o é nunca se saber quem ganha&rdquo; (citando um antigo líder soviético)<br /></font>
<p><font>&nbsp;</font></p>
<font></font><font><strong>Nota suplementar</strong>: George Gorton e colegas foram, posteriormente (2003), os responsáveis pela campanha que elegeu Arnold Schwarzenneger governador da Califórnia.<br /></font>
<p><font>&nbsp;</font></p>
	<p><font color="#ff0000"><strong>Objectivo para os alunos: d&ecirc; exemplos (dois pelo menos&#8230;) de campanha negativa&nbsp;tirados deste filme</strong></font></p>
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		<title>Aula 18</title>
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		<pubDate>Sun, 01 Apr 2007 19:02:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrator</dc:creator>
		
	<category>Uncategorized</category>
	<category>Sumários</category>
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		<description><![CDATA[	Sumário: as campanhas negativas; exemplos e características
	Desenvolvimento:1) Portugal assistiu pela primeira vez, nas últimas elei&ccedil;&otilde;es legislativas, a uma campanha eleitoral negativa (ou campanha negra, como também é conhecida esta técnica do marketing político) - aquela em que um candidato/uma candidatura releva (aposta n)&nbsp;os defeitos do adversário, em vez de se limitar a puxar pelas suas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p>Sumário: as campanhas negativas; exemplos e características</p>
	<p><font></font><font><strong>Desenvolvimento:</strong><br />1) Portugal assistiu pela primeira vez, nas últimas elei&ccedil;&otilde;es legislativas, a uma campanha eleitoral negativa (ou campanha negra, como também é conhecida esta técnica do marketing político) - aquela em que um candidato/uma candidatura releva (aposta n)&nbsp;os defeitos do adversário, em vez de se limitar a puxar pelas suas próprias qualidades. Ou seja, até ent&atilde;o, as campanhas que tínhamos visto em Portugal eram feitas apenas pela positiva (cada candidato esfor&ccedil;ava-se por valorizar as suas qualidades, mostrando pouca preocupa&ccedil;&atilde;o com os adversários).<br />(sinal de que se trata de um assunto novo em Portugal, o assunto está muito pouco estudado por cá)</font></p>
	<p><font></font><font>Os vários</font><font></font><font><strong>&nbsp;cartazes dessa campanha s&atilde;o disso bons exemplos:</strong></font></p>
	<p><a href="http://outdoors.weblog.com.pt/arquivo/2005/02/outdoors_psd_1.html">http://outdoors.weblog.com.pt/arquivo/2005/02/outdoors_psd_1.html</a></p>
<a href="http://outdoors.weblog.com.pt/arquivo/2005/02/outdoors_ps.html">http://outdoors.weblog.com.pt/arquivo/2005/02/outdoors_ps.html</a><br /><strong>
<p><font>&nbsp;</font></p>
</strong><strong><br /></strong><font></font><font><strong>2) Características de uma campanha negativa.</strong><br />Se em Portugal s&atilde;o novas, as campanhas negativas t&ecirc;m muita express&atilde;o nos EUA e por exemplo no Brasil.<br />Principais características:<br />- acusa&ccedil;&otilde;es (implicitas ou explícitas), insinua&ccedil;&otilde;es, compara&ccedil;&otilde;es, cria&ccedil;&atilde;o ou aproveitamento de rumores<br />- cartazes e publicidade dirigida<br />- insultos e <em>dialéctica</em> violenta</font>
<p><font></font><font><strong>3) Sobre a campanha das legislativas em Portugal. O caso do rumor.</strong><br />Um texto sobre a campanha negativa em Portugal:<br /></font><a href="http://dn.sapo.pt/2005/02/17/opiniao/estabilidade_continuidade_confusao.html"><font>A opini&atilde;o do PS sobre o assunto</font></a><font>.<br /></font><a href="http://dn.sapo.pt/2005/02/14/nacional/nao_falam_nada_que_interessa.html"><font>Os portugueses estavam preparados para uma campanha assim?</font></a></p>
	<p><font></font><font><strong>Uma cita&ccedil;&atilde;o sobre o rumor:</strong><br />&laquo;<em>Se pela primeira vez em Portugal houve uma &ldquo;campanha negra&rdquo;, na qual o rumor se enquadrou (voluntária ou involuntariamente), e se nunca um rumor tinha sido associado t&atilde;o directamente a um processo eleitoral, também é certo que n&atilde;o foi este em concreto que estreou Portugal nos rumores políticos. Há, até, um caso muito exemplar, uma vez que foi publicado pela revista francesa &ldquo;Le Point&rdquo; em Junho de 03 (envolvendo, alegadas homossexualidades).</em></font><em><br /><font></font><font><em>Mas os rumores, basicamente, t&ecirc;m poupado os políticos &ndash; artistas ou jogadores de futebol t&ecirc;m sido os alvos mais preferenciais (um dos casos mais conhecidos acabou por ser desmentido em directo na televis&atilde;o, mas com consequ&ecirc;ncias muito negativas para a carreira do jogador e do cantor em quest&atilde;o. Ou seja, nada que se compare com o que acontece, por exemplo, em Fran&ccedil;a, onde há registo de tr&ecirc;s ministros que se suicidaram, directa ou indirectamente, na sequ&ecirc;ncia de boatos (Roger Salengro, em 1936, Robert Boulin, em 1979, e Pierre Béregovoy, em 1993).</em><br /><em>É, portanto, possível dizer que os portugueses foram apanhados desprevenidos quando se aperceberam que, &agrave; medida que decidiam o seu voto para as elei&ccedil;&otilde;es, tiveram de se relacionar com o rumor envolvendo o líder do PS (até ent&atilde;o os rumores eram inofensivos ou sem consequ&ecirc;ncias para a vida colectiva &ndash; como os que falam em relacionamentos extra-conjugais).</em><br /><em>Se o rumor teve uma origem bem definida (ou, pelo menos, se houve um aproveitamento direccionado), o seu objectivo só podia ser um: desgastar a imagem do líder do PS para beneficiar o outro candidato a primeiro-ministro.</em><br /><em>Os resultados eleitorais mostram que n&atilde;o teve consequ&ecirc;ncias.</em><br /><em>Mas é justo reconhecer (e a análise de campo comprova-o) que teve bastante impacto e num curto espa&ccedil;o de tempo &ndash; a pouco mais de duas semanas da data das elei&ccedil;&otilde;es legislativas. E, por via dessa &ldquo;campanha negra&rdquo; nunca foi t&atilde;o verdadeira a afirma&ccedil;&atilde;o, corrente em Portugal, de que vale tudo na política. Lurdes Martin Salgado conta que apesar dos esfor&ccedil;os da Associa&ccedil;&atilde;o Americana de Consultores Políticos de criar um código de conduta em que se proíbem os associados de &ldquo;abstenerse delanzar ataques falsos y enga&ntilde;osos contra el adversario político y que deben documentar com precisión cualquier crítica contra sus adversarios políticos (&hellip;). La realidad ha demostrado que el Código no há tenido un gran impacto en la prática&rdquo;</em></font></em><font>&raquo; Texto completo </font><a href="http://oquesepassa.no.sapo.pt/socrates.htm"><font>aqui</font></a><font>.</font></p>
	<p><font>- Responder ou n&atilde;o aos rumores (aos ataques em geral)? A melhor defesa é um bom ataque? Joe Napolitan:<br />&laquo;<em>si tu candidato está ganando con tranquilidad, y tú estás seguro de que el plan de tu campa&ntilde;a está bien dese&ntilde;ado que puede compensar las acusaciones del adversario (&hellip;) entonces quizá, quizá, puedas salir airoso ignorando a tu adversario. Pero yo aconsejo que no lo hagas</em>&raquo; (in Salgado, Lurdes Martin, Marketing Político: Arte y Ciencia de la Persuasion en democracia&raquo;, Paidós, Barcelona, 2002, pag. 236)</font></p>
	<p><font>Estar&atilde;o os portugueses preparados para uma campanha negativa? Gostar&atilde;o de uma campanha negativa? Avaliar&atilde;o um candidato pelos efeitos de uma campanha negativa? Custódio OLiveira, na nossa sess&atilde;o, considerou que n&atilde;o. (o factor &laquo;<em>espírito latino?&raquo;</em>)</font></p>
	<p><strong><font color="#ff0000">Objectivos para os alunos:</font></strong></p>
	<p><font color="#ff0000"><strong>Responder o mais objectivamente possível a esta pergunta: até que ponto a internet potencia as campanhas negativas?</strong><br /></font></p>
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		<title>Aula 17</title>
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		<pubDate>Sun, 25 Mar 2007 11:10:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrator</dc:creator>
		
	<category>Uncategorized</category>
	<category>Sumários</category>
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		<description><![CDATA[	Sumário: O marketing político (sondagens e soundbites)
	1) A área de actividade onde há mais complexidade e mais perigo de manipula&ccedil;&atilde;o é a política; é na política que as estratégias de comunica&ccedil;&atilde;o se sofisticam a ponto de se poder dizer que &ldquo;muitas vezes&rdquo; vale tudo; porqu&ecirc;:- a política é temporária (há elei&ccedil;&otilde;es regularmente e há que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p>Sumário: O marketing político (sondagens e soundbites)</p>
	<p><font>1) A área de actividade onde há mais complexidade e mais perigo de manipula&ccedil;&atilde;o é a política; é na política que as estratégias de comunica&ccedil;&atilde;o se sofisticam a ponto de se poder dizer <strong>que &ldquo;muitas vezes&rdquo; vale tudo</strong>; porqu&ecirc;:<br />- a política é temporária (há elei&ccedil;&otilde;es regularmente e há que prestar contas: um cantor/pintor ou um empresário podem passar sem dar uma entrevista mas um politico n&atilde;o) e precária (lugares de nomea&ccedil;&atilde;o, entra e sai);<br />- as elei&ccedil;&otilde;es jogam-se muito na opini&atilde;o pública;<br />- a política controla e condiciona as nossas vidas;<br />A conjuga&ccedil;&atilde;o destas tr&ecirc;s raz&otilde;es (entre outras) faz com que a luta pelo poder politico seja terrível;</font></p>
	<p><font>2) N&atilde;o se ganham elei&ccedil;&otilde;es sem marketing politico, porque numa verdadeira democracai n&atilde;o se ganham elei&ccedil;&otilde;es sem campanhas eleitorais (e uma campanha eleitoral é uma orgia de marketing politico, duas ou tr&ecirc;s semanas em que tudo se pode decidir; há quem diga que a campanha come&ccedil;a no dia seguinte &agrave;s elei&ccedil;&otilde;es). Há casos de políticos com grande popularidade que quase n&atilde;o precisam de campanha eleitoral, mas s&atilde;o uma excep&ccedil;&atilde;o e &agrave;s vezes corre mal (Fernando Gomes &ndash; Porto). N&atilde;o admira que o marketing tenha chegado &agrave; politica, como conjunto de técnicas que, postas ao servi&ccedil;o de uma figura, lhe v&atilde;o/podem dar popularidade, simpatia, votos.</font></p>
	<p><font>3) Distinguir marketing eleitoral e marketing político</font></p>
	<p><font>4) O Marketing politico usa fundamentalmente quatro áreas do marketing (das muitas que tem ao dispor):<br />-<strong>estudos de opini&atilde;o</strong> (sondagens, focus group), para preparar as mensagens e testá-las antes e durante a campanha;<br />- <strong>publicidade/propaganda/merchandising </strong>(publicidade, cartazes, isqueiros, paginas na internet),<br />- <strong>marketing directo</strong> (o porta a porta do proprio candidato, arruadas, os comícios &ndash; tudo o que envolva contacto directo);<br />- e <strong>rela&ccedil;&otilde;es públicas/assessoria de imprensa </strong>(tudo o que pressuponha a intermedia&ccedil;&atilde;o feita através de jornalistas: entrevistas, declara&ccedil;&otilde;es programadas, reac&ccedil;&otilde;es, &ldquo;fugas&rdquo; de informa&ccedil;&atilde;o, exclusivos; o soundbite - como desenvolvimento dos pseudo-eventos). </font></p>
<font>5) O <strong>soundbite</strong> é uma forma de manipula&ccedil;&atilde;o da opini&atilde;o pública muito simples e eficaz: é, na linha da defini&ccedil;&atilde;o da estratégia de comunica&ccedil;&atilde;o, quando se pensa nas palavras chave, e se seleccionam as ideias-chave, concretizar algumas palavras que sabe que v&atilde;o directas ao cora&ccedil;&atilde;o do jornalista (<strong>o soundbite é mais do que um slogan, é a artificializa&ccedil;&atilde;o do discurso, da ideia &agrave; sua mínima express&atilde;o para prender a aten&ccedil;&atilde;o dos jornalistas - algumas palavras resultam em cheio</strong>, </font><a href="http://www.publico.clix.pt/tvzine/critica.asp?id=1454"><font>embora por vezes se confundam</font></a><font></font><font>). <span>&laquo;</span></font><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Soundbite"><span><font>Politicians of the new generation are carefully coached by their spin doctors to produce on demand soundbites which are clear and to the point</font></span></a><font></font><font><span>.&raquo;<br /></span>Liga&ccedil;&atilde;o: como fazer um soundbite: </font><a href="http://www.aim.org/media_monitor/4252_0_2_0_C/"><font>http://www.aim.org/media_monitor/4252_0_2_0_C/</font></a><br /><font>- &laquo;</font><a href="http://dn.sapo.pt/2005/01/17/opiniao/o_senhor_sound_bite.html"><font>Paulo Portas, op senhor soundbite</font></a><font></font><font>&raquo;<br />Uma característica do soundbite: é cada vez mais curto! <span>&laquo;</span></font><a href="http://ciberjornalismo.com/arquivo/2002/2002_03_31_arquivo.htm"><span><font>The average sound bite of a presidential candidate on network news shrank from 42 seconds in 1968 to 7.8 seconds in 2000</font></span></a><span><font></font><font>&raquo;<br /></font></span>
<p><font>6) O marketing politico moderno em Portugal apareceu apenas depois da Revolu&ccedil;&atilde;o de 1974; ao longo dos séculos há imensos casos em que a oratória e a retórica eram usadas para convencer (<em>demagogos</em>); e sabe-se como por exemplo a rádio foi usada por Hitler ou Churchil; mas só com a institucionaliza&ccedil;&atilde;o da democracia (no pós-guerra), a actividade passou a ser profissional (a condi&ccedil;&atilde;o-base é que haja elei&ccedil;&otilde;es democráticas e justas e que seja preciso ganhá-las; o mesmo é dizer, que seja o povo a ganhá-las) ;</font></p>
	<p><font>7) Por ser ainda recente e pressupor alguma mudan&ccedil;a de mentalidades<strong>, há ainda políticos que desvalorizam (sobretudo por ignor&acirc;ncia e/ou preconceito) o valor das sondagens</strong> (como ouvimos, no ano passado, Luís Paix&atilde;o Martins e recentemente Custódio Oliveira, Sócrates e Fernando Gomes n&atilde;o s&atilde;o desses políticos); as sondagens s&atilde;o a ÚNICA forma de consultar antes das elei&ccedil;&otilde;es o próprio povo; uma boa sondagem depende da constru&ccedil;&atilde;o do questionário, da constitui&ccedil;&atilde;o da amostra e do rigor (honestidade) da interpreta&ccedil;&atilde;o dos resultados; existem tr&ecirc;s formas de fazer sondagens: telefonicamente (as mais baratas e erróneas), as presenciais (com voto em urna ou questionário) e o focus group (as mais caras, mas provavelmente as mais acertadas); governar por sondagens é uma express&atilde;o que se ouve muito em Portugal e que denuncia alguns equívocos que precisam de ser esclarecidos;</font></p>
	<p><font>8) Tratar da imagem significa que alguém (o assessor ou o estratega) tem uma vis&atilde;o global (como no corporate image das empresas) desse protagonista; desde a forma como fala e o que diz &agrave; maneira como se veste, mexe as m&atilde;os ou onde vai (ter uma coer&ecirc;ncia global &ndash; para ajudar a criar uma determinada reputa&ccedil;&atilde;o; Cavaco autoritário/firme; Guterres, humanista/cora&ccedil;&atilde;o/diálogo); Os dentes de Paulo PORTAS.</font></p>
	<p><font>9) A FOR&Ccedil;A DO MARKETING POLITICO:<br />Pode o marketing político inventar/criar uma personagem diferente? Pode, embora se o candidato for mau isso acabe por vir acima; se o candidato for bom (inteligente, carisma, expressivo), o mkt potencializa-o; se ele for mau, pode disfar&ccedil;ar-se, mas mais cedo ou mais tarde pode ser descoberto (s&atilde;o os chamados &ldquo;produtos de marketing&rdquo;); se ele tiver algumas qualidade pode aprender (media training); se n&atilde;o tiver qualidades suficientes, isso virá &agrave; superfície depois de ganhar (ou seja, em campanha é possível fabricar um candidato; depois no poder ele revelar-se-á &ndash; embora a campanha, se for desgastante, também possa ajudar a evidenciar fragilidades); Santana Lopes; Fernando Collor de Melo<br />Alguns casos: Aznar: cinzento, sem carisma, resultado de uma opera&ccedil;&atilde;o politica; Blair: politico dotado de carisma e capacidade para lidar com os media;</font></p>
	<p><font>10) O que faz o MP: escolhe com o candidato os temas e as mensagens-chave (traduzidas pelo candidato em sound bites &ndash; frases curtas e acutilantes que ser&atilde;o manchetes na comunica&ccedil;&atilde;o social)); os grafismos, os suportes; as sondagens (sempre manipuladas, quando s&atilde;o encomendadas pelos proprios candidatos e depois divulgadas&hellip;); como v&atilde;o aparecer em público, os timnings da comunica&ccedil;&atilde;o, oculos (inteligente/antipatico); as cores mais atractivas, o cabelo, a voz, a posi&ccedil;&atilde;o do corpo, a forma como falam (ritmo), os movimentos das m&atilde;os, os comicios/encena&ccedil;&otilde;es, as músicas, !Miterrand limou os dentes caninos, vagamente vampirescos; chamam a tudo isto a politica-espectaculo; mas há alternativa?</font></p>
	<p><font>Nota final: há quem n&atilde;o goste da express&atilde;o &ldquo;marketing político&rdquo; por que isso parece o mesmo que vender políticos, como produtos de grande consumo; mas n&atilde;o é disso que se trata? </font></p>
	<p><font color="#ff0000">Objectivos para os alunos:</font><br /><font color="#ff0000"><strong>- escolher/procurar um exemplo (clássico ou recente, portugu&ecirc;s ou estrangeiro) de </strong>soundbite<strong> e analisar um pouco o seu contexto ou o seu impacto.</strong></font></p>
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		<title>Aula 16</title>
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		<pubDate>Sun, 18 Mar 2007 12:40:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrator</dc:creator>
		
	<category>Uncategorized</category>
	<category>Sumários</category>
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		<description><![CDATA[	SUmário: conversa com Custódio Oliveira, ex-assessor de imprensa de Fernando Gomes e proprietário da empresa Omnisinal.
	Pistas para a conversa (das 9 &agrave;s 10h30, com a desejável participa&ccedil;&atilde;o dos alunos):
	- o seu percurso profissional
	- o seu trabalho na c&acirc;mara e no ministério
	- o seu trabalho como estratega da comunica&ccedil;&atilde;o
	(o valor mediático das iniciativas; o mercado das [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p>SUmário: conversa com Custódio Oliveira, ex-assessor de imprensa de Fernando Gomes e proprietário da empresa <a href="http://www.omnisinal.pt/" target="_self">Omnisinal</a>.</p>
	<p>Pistas para a conversa (<strong>das 9 &agrave;s 10h30, com a desejável participa&ccedil;&atilde;o dos alunos</strong>):</p>
	<p>- o seu percurso profissional</p>
	<p>- o seu trabalho na c&acirc;mara e no ministério</p>
	<p>- o seu trabalho como estratega da comunica&ccedil;&atilde;o</p>
	<p>(o valor mediático das iniciativas; o mercado das rela&ccedil;&otilde;es públicas em Portugal e o vai-e-vem dos assessores; o contacto com os jornalistas - como convenc&ecirc;-los a&#8230; - e a assessoria de imprensa; a comunica&ccedil;&atilde;o de crise e a verdade; a ética e a deontologia; a elabora&ccedil;&atilde;o das estratégias de comunica&ccedil;&atilde;o; a cria&ccedil;&atilde;o de factos políticos; o marketing político)</p>
	<p><font color="#ff0000"><strong>Objectivos para os alunos:</strong></font></p>
	<p><font color="#ff0000">&agrave; luz do que foi estudado, sobretudo&nbsp;nas duas últimas aulas, e tendo em aten&ccedil;&atilde;o aquilo que o convidado disse, pensa que poderemos considerar o exemplo dado e relativo ao&nbsp;&laquo;Parque da Cidade&raquo; do Porto como um pseudo-acontecimento, inserido numa estratégia de comunica&ccedil;&atilde;o? Porqu&ecirc;? </font></p>
	<p><font color="#ff0000">(para os eventuais interessados que n&atilde;o tenham estado presentes, e queiram ouvir as declara&ccedil;&otilde;es do convidado, há uma grava&ccedil;&atilde;o da sess&atilde;o em áudio, que pode ser cedida a pedido)</font></p>
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	</channel>
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